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De solteiro a casado

Last Update : September 27, 2017

Arranjar uma companheira ou companheiro não é sinónimo de “morrer para a vida”! Manter um casamento ao longo do tempo exige esforço, compromisso e envolvimento diário de ambas as partes. Se para alguns este comportamento é natural existem, no entanto, outros que temem a vida de casados. Dependendo do tipo de relação (séria, meramente sexual, etc.) os esforços necessários para mantê-la são diferentes. O início de uma relação, especialmente uma relação íntima, levanta uma série de questões. Na nossa secção de conselhos para solteiros iremos abordar questões relacionadas com o relacionamento a dois. Como lidar com determinadas perguntas, tensões ou frustrações inerentes à vida conjugal após um período de celibato?

Aceitar os defeitos do parceiro

A vida de casado nem sempre é um mar de rosas. Casar implica partilhar a vida com outra pessoa que, apesar de ter alguns pontos em comum, tem a sua própria personalidade, com todas as qualidades e defeitos. De acordo com as sondagens do Meetic, para que haja harmonia entre o casal é necessário aprender a amar as imperfeições do outro (ou pelo menos a aceitá-las).

Lembre-se que o seu parceiro não é um brinquedo, nem um elemento que poderá manipular para satisfazer todos os seus desejos, muito pelo contrário, é um ser humano com sentimentos, expectativas, fantasias… Assim é necessário encontrar um equilíbrio no relacionamento, tendo em conta aquilo que estão dispostos a aceitar ou não, evitando frustrações de ambas as partes. Evidentemente, que isto não é uma tarefa assim tão fácil.

O que “fica por dizer”, o flagelo do casal

Homens e mulheres não são, à partida, dotados com as mesmas qualidades de comunicação e por isso é necessário que cada um aprenda a partilhar com o outro as suas dúvidas e desejos de modo a avançar com confiança para o casamento. Contudo, a partilha de sentimentos com o parceiro ou parceira não é tão fácil como parece. Orgulho, medo de perder ou ferir o outro, remorsos, frustrações, raiva, são emoções que tanto poderão impulsionar o casamento como também desestabiliza-lo, caso não haja comunicação entre o casal.

Os solteiros não estão habituados a fazer cedências, pelo que, partilhar a vida com alguém lhes exigirá um empenho acrescido. Para além do que se passa no seio do casal, há que contar com possíveis perturbações vindas do exterior e que podem transtornar o relacionamento: o grupo de relacionamento!

Gerir o grupo de relacionamento

O grupo de relacionamento do casal é agora, obviamente maior, uma vez que engloba os amigos e a família de ambos os parceiros. Todas estas pessoas são, com efeito, susceptíveis de influenciar o relacionamento, podendo criar tensões desnecessárias. É então necessário que se faça algo de modo a que todas essas pessoas entendam que já não estão perante um solteiro e que não podem, de modo algum, interferir na sua vida quotidiana. Antigamente você partilhava tudo mas agora tenha em consideração que existe um núcleo familiar a proteger.

Dúvidas, angústias, ciúme: mesmo que o ombro do seu amigo mais chegado seja o sítio mais confortável para chorar, lembre-se sempre que o seu companheiro não poderá adivinhar sozinho que algo de errado se passa entre os dois. Por norma, as mulheres falam mais, mas nem sempre com as pessoas certas, enquanto que os homens simplesmente não falam. É uma caricatura, mas infelizmente suficientemente verdadeira para pôr termo a inúmeras histórias de amor que não precisariam mais do que um pouco de comunicação e de intimidade para evitar a ruptura.

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